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28.6.07

Bob Marley - Exodus: 30th Anniversary Edition (Island)

Repeteco in english!

REGGAE would have been Jamaica’s secret had it not been for Bob Marley’s crusading songs of redemption, ripe with the fruit of human spirit.

As a man exiled from his homeland in the midst of political strife, a man who survived an attempt on his life no less, Exodus is a defiant act.

A celebration of his spirit and passion at a time when a lesser man could have been broken. If Natty Dread was the album which truly gave reggae its passport, Exodus gave it refugee status.

Recorded in 1977, it has aged well, despite familiarity threatening contempt; many of the tracks on Exodus have been co-opted by advertising executives at some time or another, looking to grease the wheels of consumerism with Marley’s iconic work.

Yet conversely, it could be argued that it is because of this integration into everyday culture, rather than being coveted jealously by a few, that Exodus has remained so fresh and contemporary.

This is an album that everybody should already own, and after some 50-plus weeks in the UK charts, clearly, many already do. It transcends the boundaries of what is expected from popular music.

Politically, Exodus is a statement; musically, it pulses with a joyous defiance. The rhythm is an hypnotic skank, almost psychedelic in green, gold and red hue.

Swagger

Perhaps it’s loosened by Marley’s stash of ganja, or The Wailers’ confident swagger, either way, there’s an r’n’b gloss to the production which suggests that Marley’s outlook was worldwide at the time, noting the works of soul and R’nB artists and applying that sonic clarity to the traditionally rustic spice of the roots reg-gae stew.

The great Curtis Mayfield’s People Get Ready is given a Trenchtown makeover, ending the album with a gospel inspired flood of unity and hope. Two values which shine consistently in Marley’s work.

Three Little Birds and Turn Your lights Down Low are essentially soul tracks with a strong Kingston lilt and dreadlocked hair.

Marley’s legacy is everywhere; from fathering a commercial acceptance of reggae, raising awareness of Rastafarianism, to paving the way for even more aggressive musical expressions of Jamaican identity, such as dancehall.

It is even preserved in ink, with Marley’s image, brandishing his Les Paul Junior like a machine gun, adorning posters and prints the world over.

This 30th anniversary edition comes in a bewildering array of formats and, really, one wonders what Marley himself would think of his album being available on a USB stick.

But, if you don’t own Exodus, preferably on the original vinyl pressing, then your record collection is most certainly incomplete. Buy it (on CD) while summer is still upon us.

Cantores de reggae se comprometem a não pregar a homofobia

Eles são estrelas da música jamaicana atual e são conhecidos por atacar gays em suas canções. Tal atitude já causou diversos protestos de grupos pelos direitos civis dos homossexuais.

O texto intitulado de Ato de Compaixão do Reggae representa um acordo firmado entre pessoas envolvidas na cena de reggae e o grupo Stop Murder Music, que luta contra a homofobia na música.

"Não há espaço na comunidade musical para ódio e preconceito e também não há lugar para racismo, violência, sexismo e homofobia", diz o termo.

Os cantores concordaram, ainda, em "não fazer afirmações ou interpretar canções que incitem o ódio e a violência contra qualquer pessoa de qualquer comunidade".

Diversos artistas de reggae vêm sofrendo boicote por parte de público e patrocinadores de seus shows. Algumas apresentações, inclusive, vêm sendo canceladas por força das campanhas de grupos que defendem os direitos dos homossexuais. No entanto, outros cantores se recusaram a participar da campanha e assinar o texto.

Em uma das letras até o assassinato de gays chegou a ser incitado.Um outro acordo já havia sido feito anteriormente, mas declarações e faixas pró-homofobia voltaram a ser veiculadas depois de um tempo.

Na Jamaica, apenas a homossexualidade é considerada crime, passível de 10 anos de prisão.

Versão ‘de bolso’ de clássico de Bob Marley introduz formato alternativo


Para comemorar o 30º aniversário do álbum “Exodus”, um dos clássicos de Bob Marley, considerado pela revista “Time” o melhor disco do século 20, a gravadora Island Records, subsidiária da Universal, está relançando as músicas em um novo formato.

Lançado originalmente em vinil em 1977, o álbum agora pode ser adquirido em um drive USB. A empresa produziu 4.000 peças, carregadas não só com as 10 faixas originais, mas também com músicas adicionais e vídeos de Bob Marley, falecido em 1981. Cada pen drive, que deve ser plugado a qualquer porta USB do computador, custa US$ 44,99 (cerca de R$ 90).

O preço alto reflete no conteúdo extra do “stick”, mas também no fato de que ele pode ser reutilizado como um pen drive para transferir arquivos de um computador para outro – basta fazer o download do conteúdo e deixá-lo livre para outros fins.

Enquanto o flash drive aparece como uma forma de remodelar a indústria, algumas bandas já estão experimentando a novidade. No ano passado, o grupo canadense Barenaked Ladies lançou o álbum “The Barenaked Ladies are me” em drives USB, além de CDs. Foram vendidas na América do Norte mil unidades de drives a US$ 25 cada, e 166 mil CDs a US$ 18,98.

“Não vai superar o formato tradicional, mas já é um começo”, diz Addam Smith, do selo Nettwerk Music Group, que cuida da banda canadense. Em suas turnês recentes, as Barenakeds gravam seus shows e disponibilizam as músicas em “sticks” USB assim que a apresentação termina. Até agora, o grupo vendeu 3.000 unidades de pen drives a US$ 40 cada.

Custa mais do que um CD, mas com a vantagem de poder ser reutilizado - um pen drive convencional custa em torno de US$ 30. “Uma vez que você faz o upload das músicas para o computador, terá um pequeno hardware”, diz Smith. “Se você compra um USB, o preço não é muito mais alto e ainda vem carregado com músicas da sua banda favorita.”

Bob Marley: álbum de remisturas em Julho

Um álbum de remisturas de canções de Bob Marley sai para as lojas a 24 de Julho com o nome Roots, Rock, Remixed . Este é o primeiro álbum do género a ter o aval da família do nome mais importante da história do Reggae.

Entre os DJs que deram novas roupagens a temas de Marley, encontram-se DJ Spooky, Trio Elétrico e Afrodisiac Sound System. O alinhamento deste novo registo é o seguinte:

«Soul Shakedown Party (Afrodisiac Sound System Remix)»
«Lively Up Yourself (Bombay Dub Orchestra Remix)»
«Duppy Conqueror (Fort Knox Five Remix)»
«Sun Is Shining (Yes King Remix)»
«Soul Rebel (Afrodisiac Sound System Remix)»
«African Herbsman (King Kooba Remix)»
«Don't Rock My Boat (STUHR Remix)»
«Small Axe (Paul & Price Remix)»
«Rainbow Country (DJ Spooky's Subliminal Funk Remix)»
«Trenchtown Rock (Trio Elétrico Remix)»
«400 Years (Jimpster Remix)»
«One Love (Cordovan Remix)»

Vocalista do U2 canta Beatles e Bob Marley para ajudar a África

BERLIM - Cerca de 70 mil pessoas assistiram nesta quinta-feira ao concerto "Sua voz contra a pobreza". O espetáculo é um protesto para reivindicar que o grupo de países mais ricos do mundo e a Rússia (G8) cumpram suas promessas de ajudar a África.

O principal momento da "cúpula do rock", como os organizadores batizaram o concerto, foi quando músicos como Bono, Geldof e Youssou N'Dour se uniram no palco para interpretar "Carry that Weight", dos Beatles, e "Get up, Stand up", de Bob Marley.

A canção dos Beatles que trata da má consciência foi dedicada à chanceler Angela Merkel e levou o público ao delírio quando um boneco de tamanho real da chefe do Governo dançou no palco.

Quando começou a tocar "Get up, Stand up", que faz um convite para as pessoas se levantarem em defesa de seus direitos, os músicos convidaram os presentes a se sentar.

O festival foi organizado pelos músicos Bob Geldof, Bono Vox e pelo alemão Herbert Grönemeyer, na cidade de Rostock.

O cantor irlandês Bono, líder do U2, pediu no palco que o G8 cumpra as promessas feitas na cúpula de Gleneagles (2005), na qual se comprometeram a investir US$ 25 bilhões na África até 2010.

"Eles estão nos ouvindo a dois quilômetros de distância, mas nos ouvem e isso é o que importa", exclamou Bono em referência às fortes medidas de segurança e à cerca de arame de doze quilômetros que separam os manifestantes dos oito líderes.

Informações da Folha Online

Walt Disney e Bob Marley estão em TOP 10 de 'heróis das Artes'

Walt Disney e Bob Marley estão entre os dez heróis do mundo das artes para os jovens britânicos, revelou uma pesquisa divulgada no final de semana.
A enquete, encomenda pela Arts Award, perguntou a mais de 6.000 jovens entre 18 e 25 anos quais as personalidades do mundo da música, dança, literatura, cinema e artes visuais que mais os inspiravam.
O primeiro lugar ficou com Walt Disney, criador de personganes de quadrinhos, cineasta e fundador da Disneylândia. Em segundo vem o ator e comediante britânico Peter Kay, seguido pelo artista Bansky. O músico jamaicano Bob Marley ficou em quinto.
Os resultados revelaram que entre os dez escolhidos, apenas dois nasceram antes do século XX - Leonardo da Vinci, que mereceu apenas o quarto lugar, e a escritora inglesa Jane Austen, que ficou em sexto, e foi a única personalidade da literatura a ser mencionada na lista.
As informações são do Correio do Brasil

De volta!

Após semanas sem atualização, estou de volta. Aos poucos...

Vamos que vamos!

Stay tuned !